De acordo com o advogado, a audiência de custódia já foi realizada e agora a defesa aguarda o julgamento de um habeas corpus do motorista junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), além dos recursos pertinentes ao caso.
José Maria foi condenado a 13 anos de prisão em janeiro de 2025, sentença confirmada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) em novembro do mesmo ano. Na ocasião, o TJ-SP rejeitou recurso do Ministério Público que pedia por um tempo de prisão maior (18 anos) e determinou o cumprimento imediato da pena. Desde então, o motorista era considerado foragido.
A prisão ocorre no dia em que Marina Harkot completaria 34 anos, se ainda estivesse viva. No dia 8 de novembro de 2020, José Maria dirigia em alta velocidade pela Avenida Paulo VI, em São Paulo, após ingerir bebida alcoólica, quando colidiu com a vítima, que estava de bicicleta na mesma via.
Após o acidente, o motorista fugiu sem prestar socorro. A jovem chegou a ser socorrida por médicos que passavam pelo local, mas não resistiu aos ferimentos. Marina era socióloga e estudava ciclomobilidade e questões de gênero.
A identificação do carro foi possível graças a uma policial testemunha, que anotou a placa do veículo. Depois, a polícia confirmou por meio de câmeras que aquele veículo circulava pela região no horário do ocorrido.
(Com Agência Estado)
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