Apesar do resultado negativo, a companhia aérea registrou receita recorde de US$ 13,9 bilhões entre janeiro e março, alta de 10,8% na comparação anual, impulsionada pela demanda robusta por viagens e pelo avanço das receitas unitárias. O número veio levemente acima das expectativas de analistas, de US$ 13,8 bilhões. Segundo a empresa, tempestades de inverno reduziram a receita em cerca de US$ 320 milhões no trimestre.
O CEO da American, Robert Isom, afirmou que a empresa está "no caminho para outro recorde no segundo trimestre" e destacou que a demanda segue forte. Com base nas reservas atuais, a companhia projeta crescimento de receita entre 13,5% e 16,5% no segundo trimestre, com lucro ajustado por ação entre perda de US$ 0,20 e ganho de US$ 0,20. Para 2026, a projeção de lucro ajustado por ação varia de perda de US$ 0,40 a ganho de US$ 1,10. No ponto médio da estimativa, o lucro anual deve ficar praticamente estável em relação a 2025, apesar de um aumento superior a US$ 4 bilhões nas despesas com combustível de aviação.
A dívida total da companhia caiu para US$ 34,7 bilhões ao fim de março, o menor nível desde meados de 2015. A liquidez somava US$ 10,8 bilhões. O prejuízo operacional diminuiu para US$ 41 milhões, de US$ 270 milhões um ano antes.
A ação da American Airlines oscilava no pré-mercado de Nova York, após registrar alta imediatamente após a divulgação dos resultados. Às 8h22 (de Brasília), contudo, a companhia recuava 0,26%.
(Com Agência Estado)
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