"Pela maior política de inclusão social já feita na história do Brasil, eu, aos 80 anos, com a vitalidade de um jovem de 20, vou concorrer às eleições para poder garantir que o Brasil mantenha-se como país democrático, porque não é possível a gente imaginar irresponsáveis governando um país de 215 milhões de habitantes", declarou.
Ao falar bem do seu governo, Lula citou temas frequentes em discursos: os índices de inflação acumulada e desemprego menores, crescimento da massa salarial e crescimento do PIB. Já para criticar a gestão bolsonarista, mencionou a paralisação de obras e a extinção de ministérios de cunho social.
"Era um país de terra arrasada. O país está recuperado. Vive o seu melhor momento econômico e de crescimento nesse período em que o mundo está vivendo em crise. Por essas razões, eu vou concorrer às eleições mais uma vez", disse o presidente.
Ao criticar a falta de solidez do Mercosul, onde presidentes podem paralisar as ações regionais, Lula afirmou que o bloco será uma prioridade do Brasil, seja quem for o eleito para governar o país em outubro.
No discurso, Lula também disse que o Brasil sonha em ser um país desenvolvido, mas que agentes externos nunca permitem o crescimento econômico brasileiro.
(Com Agência Estado)
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