A declaração ocorre em meio à discussão sobre a trajetória do endividamento brasileiro. Segundo o Banco Central, a dívida bruta do governo geral atingiu 82,9% do PIB em agosto, o equivalente a R$ 11,1 trilhões, com alta de 0,3 ponto porcentual em relação ao mês anterior.
Lula também destacou o perdão de dívidas de microempreendedores individuais (MEIs) e a ampliação do limite de faturamento da categoria. Segundo o presidente, foram perdoados débitos que os empreendedores já não conseguiriam pagar.
A lei sancionada na quarta-feira, 21, prevê o perdão de dívidas com a União constituídas até 13 de outubro de 2026. O teto anual de faturamento passará dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.
A maior parte das medidas terá efeitos a partir de janeiro de 2027. Para manter o perdão dos débitos, os beneficiários deverão cumprir condições de regularidade dos pagamentos posteriores.
O debate ocorre em meio ao empate no Datafolha divulgado na quinta-feira, 22: Lula e Flávio Bolsonaro (PL) têm 50% dos votos válidos cada. A margem de erro é de dois pontos porcentuais.
(Com Agência Estado)
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