Lula perguntou por que o adversário havia sido o único deputado estadual fluminense a votar contra o aumento do benefício. Flávio respondeu que, à época, acreditava que a medida poderia dificultar a contratação de mulheres.
O candidato do PL afirmou ter mudado de posição após se casar e ter duas filhas. Disse reconhecer a importância da presença da mãe perto do filho e defendeu que a licença possa superar 180 dias, se possível.
Lula criticou a justificativa e contrapôs a posição atual do senador ao voto dado quando teve a oportunidade de ampliar o benefício. "Quando ele teve a chance de votar, ele não votou", afirmou o petista, repetindo a cobrança.
O presidente, candidato à reeleição, também questionou o fato de o adversário apresentar uma posição diferente agora, na disputa pelo Palácio do Planalto.
O debate ocorre em meio ao empate no Datafolha divulgado na quinta-feira, 22: Lula e Flávio têm 50% dos votos válidos cada. A margem de erro é de dois pontos porcentuais.
(Com Agência Estado)
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