Em nota, a emissora manifestou discordância com interferência nas regras acordadas. Ao longo da noite, duas decisões mudaram o que estava estabelecido. A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que a emissora não poderia exibir o púlpito vazio de Lula, após o candidato do PT cancelar sua participação. Mais tarde, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), obrigou a emissora a chamar o candidato do Missão, Renan Santos.
"A Globo recebeu há pouco duas notificações relacionadas à realização do debate presidencial programado para esta noite, que interferem nas regras previamente acordadas, e decidiu por seu cancelamento", disse a emissora, citando as duas decisões.
(Com Agência Estado)
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