O senador do PL classificou o relatório como uma tentativa "desesperada" de desviar a atenção e proteger Lula, seu adversário, e o filho dele Fábio Luís da Silva, o Lulinha.
Segundo Flávio, os dois têm responsabilidade direta no caso das "aposentadorias roubadas". Ele alega que o presidente retirou Lulinha do País às pressas e tentou encerrar as investigações da CPMI.
O relatório paralelo dos governistas prevê o indiciamento de 170 pessoas e culpa a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por falhas sistemas no controle e omissão para impedir a evolução do esquema fraudulento de descontos associativos em aposentadorias.
Já no parecer final apresentado hoje, o relator da CPI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), pediu o indiciamento de Lulinha, do banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, do senador Weverton Rocha (PDT-MA), do deputado Euclydes Pettersen (Republicanos-MG), da deputada Gorete Pereira (MDB-CE) e de mais 211 pessoas, mas poupou o irmão do presidente, Frei Chico, por falta de comprovação em atos ilícitos da entidade na qual é vice-presidente, o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi).
Leia a íntegra da nota de Flávio
"O relatório governista não passa de uma tentativa desesperada de desviar a atenção e proteger Lula e o seu filho, o Lulinha. Os dois têm responsabilidade direta no caso das aposentadorias roubadas. Não à toa, Lula tirou o filho do País às pressas e tentou encerrar as investigações da CPMI. Se existe uma organização criminosa nesse caso, o capo está sentado na principal cadeira do Palácio do Planalto."
(Com Agência Estado)
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