Ele também negou que, se eleito, pretenda defender a mudança e acusou o adversário, o presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de tentar interferir na Igreja Católica.
"Respeito todas as religiões. Jamais vou falar para a Igreja Católica a forma que os padres têm ou não que induzir a sua Igreja Católica. Isso não é papel do Estado se meter na igreja, como o Lula faz", falou Flávio Bolsonaro.
As declarações vêm após comentários nas redes sociais afirmarem que o senador teria apoiado uma suposta pretensão de acabar com a condição de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil.
Flávio, que se declara evangélico, ainda ironizou a aproximação de Lula com as religiões cristãs durante o período eleitoral. "Lula virou cristão agora. A cada quatro anos, ele vira cristão e vai à igreja", afirmou.
(Com Agência Estado)
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