A informação foi divulgada pelo comunicador Paulo Figueiredo, aliado de Flávio, logo após o encontro na sede da diplomacia americana. Além de Paulo, também participou da visita o ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
Segundo Figueiredo, "a conversa abordou oportunidades de cooperação entre Brasil e Estados Unidos diante de uma eventual eleição do senador, além da urgência da designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras".
Flávio e a base bolsonarista no Congresso Nacional defendem a classificação das facções, algo rejeitado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva.
Na véspera, o senador relatou ter dito a Trump que apoiará a medida se for eleito e que também vai levar o Brasil a aderiar à coalização política e militar Escudo das Américas, lançada em março pelo republicano com apoio de 17 países para promovera ações militares no combate ao narcotráfico.
A reunião ocorreu com Christopher Landau, secretário de Estado adjunto e número dois da diplomacia americana, e com Darren Beattie, consultor sênior de Políticas para o Brasil na diplomacia. Eles não foram recebidos por Marco Rubio - o secretário de Estado acaba de voltar de viagem e participou de reuniões com o presidente Trump.
(Com Agência Estado)
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