"Não, eu não falei com ela (Michelle) nos últimos dois dias. Depois que saiu essa coisa, ela curtiu o comentário da primeira-dama de São Paulo, eu não conversei com ela ainda, mas a gente vai tentar, da minha parte mais uma vez, eu vou sempre buscar a unidade", disse Flávio após visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
O senador defendeu seu próprio nome, com o argumento de que foi uma escolha de Jair Bolsonaro. "Tem uma situação concreta que está colocada: sou o pré-candidato indicado pelo presidente Bolsonaro. E não vai ter outra possibilidade A minha pré-candidatura é uma coisa que não tem volta. Não tem página virada", afirmou.
Ainda nas perguntas sobre Michelle, o parlamentar disse que não cobrará ninguém para que o apoie com ênfase. "Eu não vou ficar cobrando qual o tempo de cada um, se eles têm que estar mais efusivamente ou menos efusivamente na campanha. O fato é que está longe a campanha eleitoral, mas as pessoas têm o tempo delas, e eu não vou ficar cobrando ninguém", afirmou.
"Não existe aquela distância entre eu e Lula", diz Flávio sobre pesquisa
Flávio comentou pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta que o mostra atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "O resultado de hoje ainda não reflete bem a realidade. Não é o que as nossas pesquisas já estão mostrando, não existe aquela distância entre eu e o Lula", disse.
Segundo a pesquisa, Lula lidera todos os cenários de primeiro turno se as eleições fossem hoje. Os porcentuais de intenção de voto em Lula vão de 36% a 39%, a depender dos adversários. O senador figura em segundo lugar em todos os cenários em que foi testado, variando entre 23% e 32% das intenções.
Saúde de Jair Bolsonaro
Flávio voltou a defender que seu pai volte para a prisão domiciliar e citou que a defesa do ex-presidente apresentou novo pedido para prisão humanitária. Segundo o senador, há um barulho na cela de Bolsonaro que o impede de dormir.
"É um som enlouquecedor, ele é submetido ali por quase 12 horas por dia, de 7 da manhã até 7 da noite. É inacreditável como é que não tem uma outra sala onde não tem esse ruído, que ele seja obrigado a ficar ali o dia inteiro com o ruído no ouvido, isso é técnica de tortura para a pessoa", afirmou Flávio.
O senador disse ainda que Bolsonaro vive um dilema entre continuar com o medicamento para soluço ou interromper e ficar suscetível a desequilíbrios. "Ele fica aguardando com ansiedade quando a defesa dá algum passo importante, como mais esse que foi dado para que ele possa ir pra casa."
(Com Agência Estado)
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