Na semana passada, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, voltou a dizer que Fernando Haddad deve ser candidato nas eleições de 2026. Segundo ela, todos os auxiliares do presidente com força eleitoral precisam "vestir a camisa" para enfrentar a direita nos Estados.
Nesta terça, Fernando Haddad avaliou ainda que o palanque de 2022 deveria ser uma espécie de guia para as eleições deste ano, ao falar da frente ampla com nomes de diferentes linhas partidárias. Ele havia sido questionado sobre o nome da ministra Simone Tebet para eventual candidatura em São Paulo.
Sobre as contas públicas, Haddad declarou que o Executivo continuará "exigente" com o fiscal ano a ano, mas depende do Congresso. Ele também disse não concordar conceitualmente com decisões judiciais que tiram receitas do cálculo do arcabouço.
Na semana passada ele havia indicado críticas à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de excluir as receitas próprias do Ministério Público da União (MPU) do limite de gastos previsto na âncora fiscal.
(Com Agência Estado)
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