A arma foi um presente dado ao ex-mandatário por um fabricante de armamentos. O equipamento estava na empresa, em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a apreensão de todas as armas registradas em nome de Jair Bolsonaro. A medida ocorreu após uma pistola do ex-presidente ter sido encontrada com um de seus seguranças parado durante uma blitz policial em 16 de junho em Brasília.
A espingarda personalizada era a última arma de Bolsonaro que faltava ser apreendida pela PF. Ela havia sido dada em 2022 ao ex-presidente e já havia sido transferida para o seu nome no sistema nacional de armas. Mas o ex-mandatário nunca buscou o presente no Rio Grande do Sul.
A defesa de Bolsonaro havia comunicado ao STF que a espingarda estava com a empresa, mas não chegou a fornecer a localização exata do item nem a documentação que comprovasse isso.
Segundo a PF, o representante da companhia demonstrou "boa-fé e pleno intento de colaborar com a Justiça" e pediu que a corporação buscasse o armamento em sua casa.
A foto da espingarda Maestro Arms Company foi anexada em um documento enviado pela PF ao STF. "A arma encontrava-se acondicionada em um case, acompanhada de carregadores desmuniciados, apresentando customização estética com as cores da bandeira nacional e a inscrição Ordem e Progresso", descreveu o delegado responsável pela apreensão.
(Com Agência Estado)
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