A parlamentar havia publicado em seu perfil no Instagram uma foto ao lado do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, do presidente do PL nacional, Valdemar Costa Neto e do deputado federal Daniel Freitas. A foto foi tirada em um almoço organizado por Freitas no Estado.
No dia seguinte, em suas redes sociais, Lucas Bove revelou que o momento contava ainda com a participação de Carlos Bolsonaro mas ele teria sido excluído do post por Campagnolo. "Inacreditável a pequenez do ser humano", disse o paulista na publicação.
A parlamentar rebateu Bove em seguida, explicando em suas redes sociais o contexto da publicação e afirmando que se tratavam de duas fotos diferentes. Ela diz que primeiro tirou uma foto sem Carlos, e que o filho de Jair Bolsonaro (PL) entrou "logo em seguida".
"Essa foto da capa foi tirada pelo irmão assessor do meu amigo, deputado @danielafreitas, que no sábado convidou diversas lideranças para o seu Almoço de Ideias. Carlos Bolsonaro também estava lá e se juntou a nós um pouco depois desse momento registrado. Outra pessoa tirou uma foto parecida. Agora os 'fiscais de foto' estão usando as duas imagens para criar uma narrativa falsa", diz a catarinense.
Sobre a decisão de ter escolhido publicar a foto sem a presença de Carlos, ela afirma apenas que compartilhou fotos que estavam na galeria do seu celular:
"Para quem não entendeu o que está acontecendo: Publiquei esse carrossel com algumas fotos que estavam no meu celular, mostrando um pouco das agendas que cumpri nos últimos dias. Estou desde quarta-feira na estrada, trabalhando para fortalecer as nossas bases".
Campagnolo completou alfinetando Lucas Bove, criticando seu trabalho como parlamentar em São Paulo:
"Não sei como está o volume de trabalho dos colegas em outros Estados, mas aqui em Santa Catarina eu posso garantir que nós temos mais o que fazer", disse.
Em Santa Catarina o PL enfrenta uma crise após divergências quanto à formação da chapa ao Senado. Bolsonaro definiu que lançaria Carlos, atualmente vereador no Rio de Janeiro, e a segunda vaga seria da deputada federal Caroline de Toni (PL-SC). A decisão encontrou resistência entre lideranças locais já que o governador Jorginho Mello, que tentará a reeleição queria o senador Esperidião Amin (PP-SC) em sua chapa.
(Com Agência Estado)
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