De acordo com a pasta, o pirarucu é considerado uma espécie invasora na bacia do Rio Cautário, dentro da unidade de conservação. Por isso, a captura faz parte de ações de manejo voltadas ao controle e à erradicação do peixe. O projeto é conduzido pela Sedam em parceria com a associação de extrativistas da região.
Dessa forma, o valor arrecadado com a comercialização do peixe é dividido entre os manejadores que participaram do projeto. Em 2025, cada participante recebeu, em média, cerca de R$ 5 mil, informou a Sedam.
Segundo a pasta, o extrativistas participam de todas as etapas do manejo, da captura dos peixes à limpeza do pescado. Após o processamento, os peixes são vendidos a um frigorífico parceiro, responsável pelo fornecimento de câmaras frias, 50% do gelo e pelo transporte.
(Com Agência Estado)
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