Na rodada anterior, de 14 de setembro, a rejeição a Lula era de 69% no Sul, 56% entre os homens e 63% entre os evangélicos. Em uma semana, portanto, a resistência ao petista cresceu seis pontos porcentuais no eleitorado masculino.
No caso de Flávio, a rejeição entre as mulheres passou de 55% para 60%. No Nordeste, oscilou de 62% para 59%, enquanto permaneceu em 69% entre os entrevistados sem religião.
Na amostra total, Flávio e Lula seguem tecnicamente empatados como os candidatos mais rejeitados. Entre os entrevistados, 50% afirmam que não votariam no senador de jeito nenhum, mesmo porcentual da rodada anterior. A rejeição ao presidente oscilou de 48% para 49%.
A rejeição a Lula também chega a 61% entre os trabalhadores formais, 59% entre os eleitores com renda familiar superior a cinco salários mínimos e 56% entre aqueles com ensino médio. O porcentual cai para 36% no Nordeste, 38% entre as mulheres e 37% entre os que estudaram até o ensino fundamental.
Flávio registra rejeição de 62% entre os eleitores que não fazem parte da população economicamente ativa e de 61% entre aqueles com renda familiar de um a dois salários mínimos e os que têm ensino fundamental. Entre os evangélicos, 35% dizem que não votariam no senador de jeito nenhum.
Entre os demais candidatos, a rejeição ao ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e ao ativista Renan Santos (Missão) é de 41%. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) tem 38%, e o escritor Augusto Cury (Avante), 35%.
A Nexus entrevistou 2.006 eleitores com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 18 e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00485/2026.
(Com Agência Estado)
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