Adilsinho estava foragido da Justiça Federal e também era procurado pela Justiça Estadual. Segundo a Polícia Civil, ele é apontado como mandante de diversos homicídios.
Integrante da cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro, ele é considerado o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados do estado, atividade criminosa ligada a organizações armadas e com atuação transnacional, marcada pela imposição de violência e domínio territorial.
Adilsinho foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro para os procedimentos legais e, posteriormente, será transferido ao sistema prisional do estado.
Adilsinho foi preso no âmbito da Operação Libertatis, deflagrada pela Polícia Federal em março de 2023, com uma 2ª fase realizada em março do ano passado.
A prisão ocorre no âmbito da Operação Libertatis, realizada pela Polícia Federal em março de 2023 e também em março de 2025, com o objetivo de reprimir os crimes de tráfico de pessoas, redução a condição análoga à de escravo, fraude no comércio, sonegação por falta de fornecimento de nota fiscal e delito contra as relações de consumo.
Conforme mostrou o Estadão, o nome do contraventor também aparece na lista de pessoas com transações financeiras que passaram pelo "sistema financeiro paralelo" do PCC, segundo relatórios da PF aos quais a reportagem teve acesso em março do ano passado.
(Com Agência Estado)
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