Facebook
“Me diz uma coisa, olha aqui e diz uma coisa pra mim, o jogador entrou dentro da pequena área e caiu, entendeu?, o assaltante entrou dentro da loja e atirou no vendedor, a casa caiu com as fortes chuvas e haviam três pessoas dentro da casa, o zagueiro subiu em cima da barriga do goleiro, o ladrão subiu pra cima do morro, o ônibus desgovernou e subiu em cima da casa, etc, etc, etc.” 
Incrível, mas as palavras acima são ditas por quem não deveria: JORNALISTAS. Assisto teles jornais na Record, Globo, SBT, Gazeta, Cultura e outros canais e constantemente repórteres e apresentadore(a)s cometem esses “vícios de linguagem”. Os jornais online e impressos não ficam para trás. São profissionais que estudaram em uma faculdade pública ou privada e, creio eu, tiveram “bons mestres” que ensinaram tais aluno(a)s não cometerem “esses vícios”. Fico admirado, pois o(a)s mesmo(a)s não deveriam “se envolverem” com as “palavras viciadas” e jamais repassá-las ao público, fica feio.
Quando um(a) jornalista erra AO VIVO o canal que está e menciona outro canal (paixão antiga), aí o problema é dele(a) que não está concentrado(a) no seu atual “habitat profissional”. Mas cometer “vício de linguagem” não é admissível. Alguns(mas) quando percebem o erro até completam com a palavra certa. Recentemente o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que “para ser jornalista não precisa de diploma”. Minha opinião é que precisa ter. Se diplomados (NÍVEL SUPERIOR) já cometem tais “vícios”, imaginem não diplomados, ou seja, “formados” na “faculdade/escola da vida”.
Imagino como funcionam os bastidores das redações dos jornais online e impressos, departamentos de jornalismos das tv’s onde deve ter cada um(a) mais “sabido(a)” que o(a) outro(a). Será que existe jornalista para corrigir erro escrito ou falado de jornalista? Jornalista “se mete” com acontecimentos político (e como) e empresarial, futebol, polícia e demais cotidianos de uma cidade. Se não estiver com a “língua preparada”, com certeza transmitirá “palavras viciadas”, que tirará o brilho deste profissional que tem a obrigação de informar correto. Portanto, espero ter colaborado para que os jornalistas fiquem mais atentos e evitem repetir os “vícios de linguagem” inaceitáveis.