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No Brasil gigante tem de tudo, desde a falta de gestores, professores, equipamentos públicos, alunos, recursos, ...temos também as cotas, as bolsas e temos políticas públicas quase suficientes e faltam muitas delas ainda. É por isso que a educação vai de mal a pior? É por isso que as universidades exibem baixos índices de qualidade? É por isso que o formado sai da sala de aula e não consegue executar o aprendizado? É por isso que erram capitais de estados? É por isso que reLacionam receitas de sopas e hinos de times? Não vi, ainda, estatística afirmando isso e nem haverá. E quando certos senhores utilizam-se destas falhas para promoverem suas intenções políticas, se são eles os responsáveis na indução logística educacional, não estão faltando com a educação?
Fico imaginando uma fórmula para acelerar a vontade pelo conhecimento entre as classes docente e dissente. Coloco-me frente às ações direcionadas ao futebol, por exemplo, para basilar a diferença e o amor às esses dois segmentos. Vejo a ferramenta da tecnologia penetrando a mente de todos os cidadãos e não a vejo sendo utilizada de forma alimentadora na educação, tanto que nesse período de entrega de notas, o celular será o bicho papão dos alunos no reclame geral dos professores. Ou estarei errado?
Os dramaturgos se esforçam para ajudar. Professores (as) são premiados por práticas exemplares. Sindicalistas cobram empenho dos governos e outros, quanto pior melhor.
Hoje, para medir o amor à educação/futebol, passados quatro dias da final do campeonato paulista, tem gente se fracionando entre os deveres do labor, do lazer e as sequelas boas e ruins daquele jogo revistos através do celular e das redes e nas rodas nem se fala. Pergunto novamente àqueles que abriram um livro pela última vez, quais lembranças absorveram daquelas letrinhas pretas?
O futebol, a paixão nacional, é um mecanismo transformador. A educação, a obrigação cidadã, deveria ser o esporte da família. Mais quem levantará essa bandeira, se o círculo vicioso nunca se findará? Um dia, se os cartolas deixarem, queria ver a educação, de fato, dever, direito e coração, ser a paixão do brasileiro.
(*) UBIRATAN BRAGA é jornalista, radialista e publicitário em Cuiabá.
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