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Artigos Segunda-feira, 13 de Junho de 2016, 08:59 - A | A

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Segunda-feira, 13 de Junho de 2016, 08h:59 - A | A

Fim da era Dunga. Esperamos!

A reformulação do nosso futebol tem que ser de caráter imediato

EDUARDO POVÓAS

Mayke Toscano

Eduardo Póvoas/artigo

 

Como jogador nunca foi unanimidade, como amigo e companheiro, sempre teve restrições de alguns, e como técnico acumula reprovação de uma grande parcela da população brasileira, inclusive a minha.

 

Esperamos que a célebre era Dunga seja sepultada definitivamente, e com ela, toda comissão técnica do futebol brasileiro, desde o Presidente da CBF que não tem coragem de deixar o território nacional com medo de acontecer com ele o que aconteceu com seu antecessor, até os critérios de transmissão dos jogos de todas as seleções nacionais, de futebol, de vôlei, de basquete de finca finca, até de bocha.

 

Inadmissível um técnico de futebol vendo seu time perder aos 30 minutos do segundo tempo e jogando por um empate para se classificar, aceitar de maneira indolente sem esboçar nenhuma atitude, e pior, o time tendo que fazer gol, substitui seu centro avante, garoto que vinha se destacando como único no ataque.

 

Tinha jogadores com atuações muito abaixo da média para sacar do time, como Felipe Coutinho e Lucas Lima, e saca o único homem gol que tínhamos.

 

Que técnico estrangeiro coisa nenhuma. O Brasil não precisa de técnico estrangeiro. Como sempre fomos a maior potencia do futebol mundial, título que estamos perdendo de maneira vergonhosa, há sim meios de recuperarmos a hegemonia, com seriedade e com dirigentes comprometidos SÓ com o futebol.

 

Junto com essa reformulação, precisamos encontrar uma saída para tirar quase duzentos e vinte milhões de brasileiros do castigo imposto pela exclusividade das transmissões das partidas envolvendo as seleções nacionais dos diversos esportes.

 

Aqui vai uma sugestão. Fica a critério da direção de cada modalidade esportiva negociar com as emissoras de televisão, o valor a ser pago por elas nas transmissões dos seus jogos. Por exemplo: a diretoria da CBF cobra por jogo da Seleção Brasileira um milhão de reais (valor hipotético). Se a emissora A, B, ou C pagarem esse valor, todas terão o direito de transmitir os jogos. Isto para todas as modalidades esportivas, quando representando nosso país.

 

Você pode perguntar. E a audiência, como fica?

 

Quem tiver o melhor narrador, os melhores repórteres e os melhores comentaristas, será indubitavelmente a emissora de maior audiência.

 

Nossos “representantes” no Congresso Nacional não tem o saco roxo de apresentar um projeto destes. Por que será?

 

A reformulação do nosso futebol tem que ser de caráter imediato.

 

Dizem que o Fred (ex Fluminense) foi contratado pelo Atlético Mineiro, aos 34 anos de idade, ganhando um milhão de reais por mês. Se isto for realmente verdade, como reformular nosso futebol com este tipo de dirigente? Pouco me importa o quanto o Fred pediu, ele está no seu direito de pedir até cem milhões por mês, paga quem quer ou quem é desmiolado.

 

Estas mentalidades tacanhas devem ser expurgadas de todo tipo de esporte. Precisamos descer do pódio que sempre estivemos. Estamos no pódio do Peru, da Bolívia e de El Salvador, com todo respeito!

 

*EDUARDO PÓVOAS é odontólogo pós-graduado pela UFRJ

 

 

 

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br

 

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