| Marcos Lopes/HiperNotícias |
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Cuiabá ganhou repercussão nacional e internacional devido a sua superação e hospitalidade do seu povo. A cidade é, de fato, uma antes e outra depois da Copa. Prova disso é a mudança do comportamento da imprensa, que antes dos jogos publicou fatos jocosos e negativos. Por fim, destacou a receptividade dada aos turistas e o clima festivo que contagiou a capital.
Considerado como "o jogo que ninguém queria ver", a vitória da Nigéria por 1 a 0 sobre a Bósnia, pelo Grupo F da Copa do Mundo demonstrou bem esse fato. O confronto teve 98,5% de ocupação do estádio, com capacidade total para 41.112 torcedores durante o Mundial. A Arena Pantanal registrou o seu recorde de público, com 40.499 torcedores, segundo a Fifa.
Tudo isso mostra a paixão do povo cuiabano pelo futebol e pela Copa do Mundo, já que a grande maioria do público era de torcedores brasileiros. Desde a sua inauguração o número expressivo de espectadores é de 233.756 mil pessoas. Sem dúvida a Arena é considerada como um novo e importante ponto de lazer para a população, que aproveita seu entorno e área verde para se divertir. O estádio deve seguir, após o fim da Copa do Mundo, como impulsora do futebol mato-grossense.
Há quem ainda questione a realização da Copa de 2014 no país, e sobretudo em regiões que, do ponto de vista dos monopólios midiáticos, não têm logística urbana nem esportiva para receber evento de tal magnitude. O balanço é tão positivo que o governo já se prepara para dar início no processo de concessão da Arena Pantanal. Segundo informações há vários grupos interessados, ainda mais com a visibilidade dada pela transmissão dos 4 jogos do Mundial.
Contudo, o preconceito é intrínseco, pois quem vive numa cidade com mais habitantes julga ser mais pretensioso do que outros lugares menores. Esse desdém é histórico e cultural. Mostramos ao mundo tamanha grandeza e coragem. A população tomou para si essa Copa do Mundo. Demos o exemplo com aquilo que mais gostamos, o futebol. Estamos todos realizados!
*EMANUEL PINHEIRO é deputado estadual pelo Partido da República
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M. Mattos 01/07/2014
Realmente o sucesso da copa se deve única e exclusivamente ao povo cuiabano e ao brasileiro em geral. O povo conseguiu salvar uma derrota e vergonha internacionais a que as autoridades estavam submetendo a pátria e aproveitando as arenas superfaturadas e inacabadas, transformou em sucesso a adesão aos jogos o que ninguém duvidava, aliás a copa dos ricos porque pobre não teve vez de frequentar as “suntuosas” arenas todas estouradas nos seus orçamentos em quase o dobro como em algumas e que posteriormente vão ter que ser pagas em impostos. E as demais obras inacabadas? Agora que a festa acabou os gestores têm a obrigação e os órgãos de controle de cobrar a elucidar um por um de todos os gastos efetuados e a situação dos cronogramas físicos atuais e o planejamento decente daqui para a frente contendo a origem e a forma de amortização de todos os recursos necessários, obra por obra até o seu final. A festa acabou e o despertar será dolorido para todo o povo se realmente os problemas forem levados a sério e não apenas no uso político e no deslumbramento momentâneo e irresponsável de algo que certamente trará problemas insanáveis para a saúde financeira do estado totalmente comprometido e dilapidado em aventuras irresponsáveis como a notícia de hoje sobre a Estrada do Moinho que deve estar sendo refeita pela enésima vez quando estava quase “terminada” em dezembro de 2013. Essas as realidades são as que as “autoridades” deveriam estar preocupadas em esclarecer e não o simples ufanismo cujo resultado positivo dependeu apenas e unicamente ao amor que o povo brasileiro dedica ao futebol. Qualquer outro entendimento na tentativa de salvaguardar a integridade das autoridades será mero exercício fracassado da triste realidade.
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