Embora a alta das cotações do petróleo, desencadeada pelas tensões no Oriente Médio, deva elevar os preços de energia no curto prazo, o aumento pode exercer tanto pressão de alta quanto de baixa sobre a inflação subjacente, disse Ueda em um discurso nesta segunda-feira, lido pelo vice-presidente do BoJ Ryozo Himino.
Se os preços de energia mais altos esfriarem o crescimento econômico, a inflação subjacente pode ser pressionada para baixo, afirmou Ueda.
Por outro lado, se a alta do petróleo elevar as expectativas de inflação de longo prazo, isso aceleraria a tendência de preços.
"Dado que o comportamento das empresas na fixação de salários e preços se tornou mais proativo nos últimos anos, é necessário observar que esse mecanismo de inflação pode ter se fortalecido em comparação com o passado", acrescentou o presidente do BoJ.
A próxima reunião de política monetária do BoJ está marcada para os dias 27 e 28. Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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