Em publicação no X, Macron destacou "a necessidade de restaurar uma navegação livre e desimpedida pelo Estreito de Ormuz o mais rapidamente possível" e defendeu uma missão "estritamente defensiva", separada das partes em conflito, a ser implementada assim que as condições permitirem.
A iniciativa ocorre enquanto o fechamento da rota pressiona o comércio global e os custos de energia. Também no X, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que o bloqueio em curso é "profundamente prejudicial" e que retomar o fluxo marítimo é essencial para aliviar o custo de vida.
Segundo Starmer, mais de 40 países já foram mobilizados com o objetivo de restaurar a liberdade de navegação. França e Reino Unido devem organizar ainda nesta semana uma cúpula para avançar em um plano coordenado, independente e multinacional para proteger o transporte marítimo internacional após o fim do conflito.
(Com Agência Estado)
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