O governo Netanyahu está há dias sob pressão da oposição e da imprensa, que questionam se houve falhas de segurança. Deputados de esquerda pediram à procuradora-geral que abra uma investigação. O país vai às urnas no dia 27.
O governo dos Emirados Árabes Unidos compartilhou com Israel uma lista de passageiros e tripulantes antes do voo, disseram autoridades regionais ontem. A informação levantou novas questões sobre como o agressor evitou ser detectado.
Os detalhes preliminares evidenciaram várias falhas graves de segurança, como o fato de os antecedentes do copiloto não terem sido checados. Ontem, veículos israelenses afirmaram que o suspeito, interrogado nos Emirados, pretendia derrubar o avião em Israel e havia realizado vários voos para Tel-Aviv nos últimos meses para fazer um reconhecimento do terreno. (Com agências internacionais).
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
(Com Agência Estado)
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