O ministro do TSE Floriano de Azevedo Marques havia negado no sábado o registro de Deltan. Com a decisão, ele estava impedido de concorrer ao Senado. Marques entendeu que Deltan pediu exoneração do Ministério Público Federal em novembro de 2021 como manobra para evitar a inelegibilidade. Isso porque integrantes da carreira que são condenados em processo disciplinar não podem se candidatar às eleições. Já Nunes Marques afirmou que uma decisão tão perto das eleições pode configurar "grave lesão à ordem pública em termos de ordem administrativa".
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
(Com Agência Estado)
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