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BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

IBGE libera série de mapas para download em celebração à Independência

G1
Série reúne três mapas lançados entre 2024 e 2026

IBGE

mapas-múndi

O IBGE liberou nesta segunda-feira (7), em celebração ao Dia da Independência, o acesso a uma série de três mapas-múndi lançados entre 2024 e 2026.

Os arquivos podem ser baixados gratuitamente pela loja virtual do instituto. Para fazer o download, é necessário entrar na conta ou criar um cadastro no site (clique aqui para acessar).

A loja também oferece versões impressas de alguns mapas para compra.

A série começou em 2024, com um mapa-múndi que coloca o Brasil no centro da representação. A versão foi lançada durante a presidência brasileira do G20.

No ano seguinte, o IBGE apresentou um segundo mapa, também com o Brasil centralizado, mas com o Hemisfério Sul na parte de cima. O material foi divulgado durante a presidência brasileira do Brics.

Já este ano, o instituto lançou o mapa-múndi “Riqueza de Espécies 2025”, que mantém o Brasil no centro e o Sul no topo, mas destaca a distribuição da biodiversidade em diferentes regiões do planeta.

Segundo o IBGE, os mapas fazem parte de uma série que busca apresentar diferentes formas de representação cartográfica e chamar atenção para as escolhas envolvidas na elaboração de um mapa.

Segundo o IBGE, os mapas fazem parte de uma série que busca apresentar diferentes formas de representação cartográfica e chamar atenção para as escolhas envolvidas na elaboração de um mapa.

Algumas das versões usam a projeção Equal Earth, adotada para representar de forma mais equilibrada as proporções das áreas dos continentes. Este mês, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou uma resolução favorável ao uso dessa projeção.

“Ao adotar a Equal Earth, centralizar o Brasil e experimentar a inversão da orientação convencional Norte–Sul, o Instituto passou a explicitar que toda representação cartográfica resulta de escolhas técnicas e convencionais”, afirmou o presidente do IBGE, Marcio Pochmann.

A diretora de Geociências do instituto, Maria do Carmo Bueno, disse que a decisão da ONU reforça a discussão sobre diferentes formas de representar o planeta.

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