A Primeira Vara Criminal de Cuiabá realiza 15 sessões de julgamento no Tribunal do Júri ao longo do mês de outubro de 2026. As pautas ocorrem no Plenário do Fórum da Capital e analisam processos relativos a crimes dolosos contra a vida.
No dia 8 de outubro será o julgamento de Jefferson Fátimo da Silva e Claudiomar Garcia de Carvalho, que pertenciam a um grupo de extermínio autointitulado ‘Os Mercenários’. Eles são acusados do assassinato de Fábio José Brandão da Silva, e na tentativa de homicídio de
O ataque ocorreu na madrugada de 8 de outubro de 2015, em frente a um estabelecimento de mototáxi no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, quando os três homens foram surpreendidos por disparos de arma de fogo efetuados a partir de um veículo Fiat Uno branco.
Fábio morreu no local, enquanto Edivaldo foi atingido pelas costas e socorrido a tempo; Wanderson conseguiu fugir ileso. Jefferson e Claudiomar estão custodiados na Penitenciária Central do Estado (PCE).
O julgamento de Gabriel Ítalo da Silva Costa, o “Torto”, agendado para o dia 14 de outubro. Ele é acusado pelo Ministério Público de participar da morte da motorista de aplicativo Natana Silva, em 2020, no bairro Pedregal. Conforme a denúncia, a vítima foi levada a um lava-jato e submetida a um salve, punição imposta por integrantes de organização criminosa por um suposto furto de celular, na qual recebeu sucessivos choques elétricos. Ela chegou a ser socorrida por familiares, mas mão resistiu.
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Já no dia 20, é a vez de Jackson Pinto da Silva, acusado de matar a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos, e enterrá-la no quintal da própria casa onde morava, no Parque Cuiabá. Para tentar encobrir o crime, o homem, que atualmente está preso preventivamente na Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, registrou dois boletins de ocorrência falsos. No primeiro, ele denunciou o desaparecimento de Nilza e o segundo sobre uma suposta extorsão.
De acordo com as investigações, a vítima foi morta por estrangulamento com abraçadeiras de nylon, conhecido popularmente como “enforca-gato”. Ela foi amarrada no pescoço, mãos e pés, indicando que a Nilza foi imobilizada antes de ser assassinada.
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