"Para deixar bem claro, não foi culpa nossa. Estávamos dirigindo em uma estrada de terra no interior da França e um carro não parou em um cruzamento e estava em alta velocidade. Estou com uma torção no pescoço e em choque, chorando o tempo todo, mas vou me curar. A razão de eu não estar morta é o carro que estávamos dirigindo", disse.
Segundo a atriz, os airbags foram acionados durante a colisão. Ela também atribuiu ao modelo do veículo a proteção que impediu que o impacto provocasse consequências ainda mais graves. "Preciso celebrar o carro que nos salvou. Porque temos famílias e pessoas que nos amam. E eu estou tão grata por estar viva", destacou.
Minnie também contou que um motorista parou para ajudar as vítimas antes da chegada das ambulâncias. Na legenda da publicação, a artista, de 56 anos, agradeceu a atitude e fez uma observação irônica sobre o veículo que teria provocado o acidente e deixado o local sem prestar socorro.
Ao falar sobre o impacto emocional da situação, a atriz revelou que ainda está tentando processar o que aconteceu e que as lembranças do acidente continuam presentes. "Minha mente fica reexibindo o acidente em looping, o que é muito difícil, mas parece ser uma parte necessária do processo. Chorar também faz bem e ajuda. Obrigado aos meus amigos, minha família e todo o pessoal do trabalho", concluiu.
Além de integrar o elenco de Emily em Paris, da Netflix, Minnie Driver construiu uma trajetória de destaque no cinema. Entre seus trabalhos estão 007 Contra GoldenEye (1995), Tarzan (1999) e O Fantasma da Ópera (2004).
A atriz também recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por sua atuação em Gênio Indomável (1997).
(Com Agência Estado)
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