As indefinições do vice-governador Otaviano Pivetta (sem partido) não se resumem à sua candidatura à reeleição na chapa de Mauro Mendes (UB). Antes de escolher o cargo que vai disputar, o ex-pedetista precisa definir a agremiação. Mas essas questões, segundo afirmou à imprensa, só serão tomadas no mês de março.
“Partido político é mais ou menos como time de futebol. Tem que ter um pouco de paixão, e o que me levou ao PDT foi isso: admiração pela obra do Brizola, meu pai, e eu consegui colocar em prática as ideias de Brizola nas minhas gestões em Lucas do Rio Verde”, disse Pivetta, sinalizando um possível retorno à sigla.
O vice-governador deixou o partido em outubro de 2020, após 15 anos de filiação. Na época, ele declarou apoio à candidatura da Coronel Fernanda, candidata pelo Patriota ao Senado. No ano passado, durante uma entrevista, Pivetta afirmou que o PDT, sob o comando do deputado estadual Allan Kardec, distanciou-se das ideias brizolistas.
Pivetta defendeu que as agremiações tenham uma base de inspiração ideológica, com fidelidade e paixão.
“Com esse pluripartidarismo desordenado que aconteceu no Brasil, acabou isso”.
O ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, que já foi convidado para se filiar por diversas agremiações, entre as quais MDB e Republicanos, lamentou que os partidos viraram organizações para gerir orçamento público.
“Eu acho lamentável a dinheirama que vai para os partidos e a forma como é gasto. Isso desvirtua toda e qualquer possibilidade de termos partidos fortes e com ideologia”, concluiu.
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.








