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Política Sexta-feira, 26 de Abril de 2013, 10:03 - A | A

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Sexta-feira, 26 de Abril de 2013, 10h:03 - A | A

FOI PARAR NA JUSTIÇA

Vereadores recorrem à Defensoria e instituição solicita que prefeitura explique sobre UPA

A priori, a unidade de saúde seria construída no bairro Pascoal Ramos, mas por determinação do prefeito, seria transferida para avenida das Torres

KARINE MIRANDA


Depois de diversos burburinhos em torno da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que deveria ser construída no bairro Pascoal Ramos e pode ser transferida, a direção Defensoria Pública do Estado decidiu solicitar que a prefeitura se posicione oficialmente sobre a necessidade da mudança.

A decisão foi tomada após a reunião dos vereadores e líderes comunitários do bairro Pascoal Ramos com o defensor-geral Djalma Sabo Mendes, realizada nesta quinta-feira (25). Vereadores já haviam cobrado anteriormente o secretário de Saúde, Kamil Fares.

Segundo o vereador Ricardo Saad (PSDB), foi necessário recorrer aos meios judiciais para esclarecer o que acontece e qual a decisão oficial do prefeito Mauro Mendes (PSB). “O que sabemos é só o que a imprensa publica. É o nosso lado e o outro, mas agora queremos saber algo oficial”, aponta.

Hugo Dias/HiperNotícias

Direção da instituição quer posicionamento oficial da prefeitura sobre proposta de mudança

Pelo projeto inicial que recebeu verba federal de R$ 2,6 milhões e deverá ter uma contrapartida municipal de R$ 500 mil, a UPA deveria ser construída no referido bairro, inclusive o terreno de 6.720 metros quadrados está em fase de terraplanagem.

Mas por determinação do prefeito Mauro Mendes, a UPA passaria a ser edificada na avenida das Torres. A intenção é que a unidade seja de fácil acesso e receba todos os munícipes da região sul da capital.

Conforme o vereador, o defensor Djalma recebeu vários documentos das lideranças comunitárias, inclusive um atestado do Conselho Regional de Engenharia (CREA) para garantir a segurança do terreno do Pascoal Ramos.

“O prefeito tem alegado que o terreno é um pântano, que não dá para se construir nada lá, mas o CREA atestou que lá é um bom terreno”, argumenta.

Sergio Thompson

Defensor Djalma Sabo Mendes teve encontro com parlamentares e líderes comunitários para tentar solução para a questão

INFORMAÇÕES

Diante do cenário de diz que me diz, o defensor decidiu solicitar informações oficiais da Prefeitura para identificar se há uma motivação para a mudança.

“O defensor quer saber qual a base legal para essa mudança. Quer informação oficial, notificação e tudo, porque hoje está tudo no bate papo”, assegura.

Caso não tenha motivação para transferência,  a defensoria deverá ingressar com uma ação civil pública contra a prefeitura.

PROBLEMA ANTIGO

A UPA tem dado dor de cabeça para muita gente desde a decisão de Mendes. Em todas as oportunidades, o prefeito bem como o secretário de Saúde, Kamil Fares, são indagados pela mudança.

Inclusive, na semana passada, a Câmara Municipal solicitou a presença do secretário para explicar a situação. No entanto, conforme o regimento da Casa, Fares tem até quatro meses para prestar contas de sua secretaria.

Além disso, na terça-feira (23), diversos vereadores bem como moradores do Pascoal Ramos foram à prefeitura entregar um abaixo assinado contendo mais de 48 mil assinaturas exigindo a não transferência da unidade de saúde.

Na ocasião, não foram recebidos pelo prefeito ou secretário, e apenas protocolaram o documento. Ao que tudo indica, a definição sobre a UPA vai longe.

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Cláudio Santana 26/04/2013

Uai, vereadores com verba de gabinete e outras verbas para custear pessoal e assessoria jurídica recorrendo à Defensoria Pública? Não há interesse da defensoria neste momento, essa atitude de solicitar informações cabe ao Ministério Público, e não à Defensoria, à quem cabe a assessoria jurídica aos mais necessitados!

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Claudia Costa 26/04/2013

Não votei no Mauro, mas ele tá certo. A UPA no novo local vai beneficiar mais gente, meu bairro vai ser beneficiado, se o recurso é do povo, por que levar para um bairro só?

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Carlos Pedrosa 26/04/2013

Esse cidadão adora um microfone e holofote. O recurso é federal, a UPA tem capacidade de atendimento muito maior do que um posto de saúde e não pode ficar prese aos interesses bairristas, ela deve sim ser CONSTRUÍDA NUM LOCAL DE FÁCIL ACESSO, PARA PERMITIR QUE TODA A REGIÃO DO GRANDE COXIPÓ (Coxipó, Industriário, Pascoal Ramos e Adjacências) TENHA ATENDIMENTO. Agora tá virando moda, o recurso seja de onde for, deve ser aplicado para beneficiar a COLETIVIDADE CUIABANA. Esse papo de beneficiar o bairro "X" ou "Y" acabou. Isso sim é gestão eficiente, deve ser instalada onde contemple o maior número de moradores, e não onde pessoas interesseiras esbravejem que tem que ser (por motivos eleitorais ou não, vai saber). Dizem que o Mauro Patrão não se reeleje pra mais nada, entretanto, se ele continuar nesse ritmo que está, COLOCANDO A CASA EM ORDEM, Cuiabá vai se transformar em uma verdadeira Capital, relegada a segundo plano por conta de interesses politiqueiros e por gestores medrosos que não tinham coragem de desagradar parte da opinião pública (leia-se ELEITORES). O que é certo tem que ser feito, o recurso é de todos e a UPA tem que beneficiar CUIABÁ, e não apenas alguns bairros.

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3 comentários

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