Política Segunda-feira, 23 de Maio de 2011, 12:18 - A | A

Segunda-feira, 23 de Maio de 2011, 12h:18 - A | A

ENCONTRO

Setores de Planejamento e Fazenda são prioridades para governadores

Chefes do Executivo participam de encontro em Belém e discutem forma de melhorar e integrar o desenvolvimento regional

DA REDAÇÃO

Josi Pettengill/Secom/MT
Governadores de Mato Grosso, Silval Barbosa (e), e Pará, Simão Jatene: acordo para desenvolver Amazônia
Setores de Planejamento e Fazenda são os primeiros a terem atuação conjunta dos estados da Amazônia Legal, como resultado do encontro dos governadores da região, realizado no sábado (21), em Belém (PA). A ideia é levantar as dificuldades de logística, as necessidades de infraestrutura e os investimentos que podem beneficiar toda a região.

Uma comissão formada por secretários de Fazenda dos noves estados será montada para a discussão de temas comuns e para adoção de ações conjuntas entre os entes federados, abrangendo a reforma tributária, questões econômicas e logísticas.

“A comissão formada por membros de todos os estados permitirá a definição de um projeto para Amazônia. Nossa agenda comum é bastante extensa. Vamos discutir e programar ações que se estenderão desde a criação de um modelo tributário para a região até o planejamento macrologístico. A Amazônia corresponde hoje a 60% do território nacional”, disse o governador Silval Barbosa.

O governador do Estado do Pará, Simão Jatene, destacou que a integração é fundamental para a resolução de questões político-econômicas. “A reforma tributária é frequentemente anunciada, mas precisamos nos organizar para que não saia em um molde que prejudique a nossa população”, frisou. Os critérios de divisão do Fundo de Participação dos Estados também foram foco durante a reunião e serão tratados de forma conjunta.

Outros temas que estão em destaque nacional também foram tratados durante o evento, como a votação do Código Florestal, prevista para esta terça-feira (23.05). “Existe um ponto que não está sendo previsto, a proibição da produção em áreas já abertas. Isso está acontecendo hoje em Mato Grosso e não está na pauta do Congresso Nacional. Utilizar a área já consolidada é mais uma ferramenta no combate ao desmatamento”, defendeu o governador. (Com informações da Secom/MT)

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