Os deputados estaduais aprovaram, nesta quarta-feira (21), por unanimidade a Revisão Geral Anual (RGA) de 5,40%. A mensagem entrou para discussão no plenário com 'urgência, urgentíssima', sendo encaminhada à sanção ao governador Mauro Mendes (União Brasil) após votação em turno único. O debate foi possível após acordo costurado pela base com o governo.
Essa é a primeira vez em sete anos que o RGA é fechado acima do índice inflacionário de 4,26% medido pelo IPCA. O presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi (PSB), ressaltou que o percentual concedido por Mauro é histórico. "Isso significa mais poder de compra e reconhecimento ao trabalho de quem move o serviço público todos os dias", manifestou Max por meio de nota.
Na sessão que antecedeu a votação, Janaina Riva (MDB) protocolou Proposta de Emenda Constitucional (PEC) em que os deputados reconheceriam a existência de débitos acumulados entre 2017 a 2022, acolhendo pedido dos sindicatos dos servidores que reivindicavam reajuste de 19,52%.
"Segundo a categoria, representa perdas inflacionárias acumuladas ao longo dos últimos cinco anos", ressaltou a deputada.
No entanto, o consenso foi formado pela aprovação, enterrando a PEC de Janaina.
O deputado Eduardo Botelho (União Brasil) classificou a votação do RGA como um "ganha-ganha", atendendo parte das reinvindicações dos sindicatos dentro da disposição do orçamento do governo.
Nesta quarta também foram aprovadas as contas de 2024 do governador Mauro Mendes (União Brasil) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).
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