Política Sexta-feira, 22 de Julho de 2011, 17:36 - A | A

Sexta-feira, 22 de Julho de 2011, 17h:36 - A | A

INVESTIGAÇÃO

Reunião na segunda-feira vai definir se Polícia Federal passa a investigar execução de jornalista

Encontro vai acontecer entre OAB, que já manifestou interesse em pedir para PF entrar no caso, e Sindicato dos Jornalistas

HÉRICA TEIXEIRA
herica@hipernoticias.com.br

Imagem da Internet
Presidente da OAB quer investigação feita pela Polícia Federal

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional de Mato Grosso, Claudio Stábile, ainda não encaminhou ofício pedindo que Polícia Federal (PF) investigue o caso da morte do jornalista Auro Ida, que foi executado nesta madrugada com quatro tiros. Porém, adiantou que que decisão sobre qual polícia vai ser sugerida para conduzir as investigações acontece na segunda-feira (25), às 9 horas, na sede da OAB. Na reunião o Sindicato dos Jornalistas de Mato Groso (Sindjor-MT) também vai participar.

O presidente explicou que as informações publicada hoje na mídia pelo o presidente da Assembleia Legislativa, José Riva, que disse que jornalista vinha sofrendo ameaças são importantes, devem ser investigadas.

“É preciso saber quais eram essas ameaças, se eram decorrentes da profissão ou pessoal, como aconteciam estas ameaças”, disse Stábile.

O presidente da OAB não descartou ouvir José Riva, para ele, o deputado pode passar importantes informações. “Riva pode ser chamado sim, precisamos ter mais informações a este respeito”, concluiu.

O presidente do Sindicato dos Jornalistas, Téo Meneses, acredita que já na segunda-feira conseguirá ter a definição sobre que polícia vai investigar.

Téo defende que a investigação tenha reforço, já que os policiais civis do Estado estão em greve. “Espero que aprove o pedido de a Polícia Federal conduzir as investigações. Para este caso precisamos de reforço”, declarou o presidente.

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DEJAIR SOARES 22/07/2011

LEAM ATENTAMENTE ESTE ARTIGO DE 03/06/2011: A Hora da verdade Autor: Auro Ida O promotor Mauro Zaque decidiu, contrariando o seu amigo Pérsio Briante*, me processar por difamação e injúria. Confesso que estou feliz com a sua atitude. É a oportunidade que tenho para esmiuçar e saber quanto ganha de verdade, e, de outro, ele mostrar toda a sua honestidade que, em nenhum momento, coloquei em dúvida. Admiro os semideuses, que estão acima do bem e do mal. Eu, como simples mortal, tenho defeitos (um montão) e algumas virtudes que me fazem, como outros milhões, um ser comum. Cometo, é verdade, inúmeros erros, mas mesmo assim continuo em frente de cabeça erguida, sem medo de ser feliz. Não tenho, é verdade também, os poderes dos semideuses e sucumbo, muitas vezes, as delí¬cias da carne. Assim sendo, minto, invento histórias etc. Mas em mais de 15 anos no jornalismo polí¬tico, tenho apenas um processo, embora tenha sofrido, ao longo desses anos, ameaças e pressões. Tenho que reconhecer, na condição de semideus Mauro Zaque não mente e tem uma vida impoluta, sempre defendendo os fracos e oprimidos. Temo que, em juí¬zo, a minha "mentira" prevaleça e, pór isso, defendo a necessidade de um detector de mentiras para mim e para ele. Assim, a verdade jamais vai ser ignorada. Aliás, quem tem medo de detector de mentiras? Eu faço questão que haja um nesse processo para que o magistrado, que vai julgar nosso caso, não seja contaminado pelas minhas "mentiras" como o promotor me acusa na sua representação. Diz que só escrevo mentiras sobre o Ministério Público Estadual (MPE), citando também como vítimas de minhas "mentiras" os promotores Domingos Sávio e Alexandre Guedes. Não tenho nada contra Domingos Sávio (que conheço) e Alexandre Guedes (nem sei quem é). Se é mentira as referências que fiz aos dois, que me processem. Doutor Mauro Zaque, só aceito que a justiça decida que sou ou não mentiroso. Mesmo sendo um semideus, a mim a sua opinião não tem valor. *Dias atrás,

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