A eleição para deputado federal em Mato Grosso terminou com uma diferença de mais de 205 mil votos entre o candidato mais votado e o nome que recebeu a menor votação entre os concorrentes. Enquanto Coronel Fernanda (PL) conquistou 205.064 votos e foi eleita como a mais votada do Estado, o último colocado da lista teve apenas 20 votos. Entre os dez candidatos menos votados, nenhum alcançou 100 votos.
Conforme dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a maior votação foi de Cristiano Corretor (PDT), com 95 votos. Na sequência aparecem Rodrigo Sant'ana (Democrata), com 79; Claudia Nóia (Democrata), com 76; Jecimar Ferreira (DC), com 69; e Carlos Henrique Bonsi Checoli (PDT), que recebeu 59 votos.
A lista segue com Izenilda Santos (PRD), com 47 votos; Natanael Pereira (DC), com 45; Vanda (Agir), com 42; Priscila Advogada (DC), com 41; e Lusimar da Canaã (DC), que terminou com 20 votos, a menor votação entre os candidatos relacionados.
No extremo oposto, Coronel Fernanda liderou a disputa com 205.064 votos, seguida por Professora Rosa Neide (PT), com 140.351, e Fábio Garcia (União), com 139.777. Coronel Assis (PL) recebeu 128.697 votos, enquanto Virginia Mendes (União) somou 102.120.
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Também foram eleitos Juarez Costa (Republicanos), com 83.728 votos; Thiago Boava Hey Roy (PL), com 72.375; e Coronel Roveri (Podemos), com 47.195 votos. Ao todo, oito deputados federais foram escolhidos pelos eleitores de Mato Grosso para o mandato que começa em 2027.
A diferença entre os extremos da votação, no entanto, não significa que a eleição para a Câmara seja definida exclusivamente pela quantidade de votos obtida individualmente por cada candidato.
O sistema utilizado é proporcional, no qual a distribuição das cadeiras considera a votação dos partidos e federações, incluindo os votos destinados às legendas. Depois da definição das vagas de cada grupo, são considerados os candidatos mais votados dentro das regras eleitorais.
Em Mato Grosso, o PL terminou com três cadeiras, enquanto União Brasil elegeu dois parlamentares. PT, Republicanos e Podemos ficaram com uma vaga cada. A composição passa a valer a partir de 1º de fevereiro de 2027, quando os eleitos tomam posse na Câmara dos Deputados.
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