Ele culpou principalmente Dias Toffoli, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por uma "fraude final" nas urnas contra sua campanha.
O ministro foi responsável por garantir a Elmano o direito a veiculação de propagandas políticas por mais 30 segundos por inserção do que previsto no tempo destinado à coligação do petista.
Esses segundos haviam sido retirados de Elmano como punição pela propaganda "Cironaro", veiculada por sua campanha, acompanhada da frase: "Ciro e Bolsonaro. Do mesmo jeito. Do mesmo lado". O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) havia entendido que a propaganda gerava uma falsa equivalência entre os dois políticos. A decisão, porém, foi derrubada, depois, no TSE.
Na prática, o candidato do PT recebeu direito a inserções extras de propaganda entre sexta, 2, e sábado, 3, quando o horário eleitoral gratuito já havia deixado de ser obrigatório.
"Ele autorizou mais de 900 comerciais de Elmano com Lula e seus senadores durante a sexta e o sábado quando a lei, muito clara, veda a propaganda nestes dois dias que antecedem ao pleito. Quantos cearenses aderiram ao PT por causa desta inédita bateria de propaganda?", questionou Ciro.
(Com Agência Estado)
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