"Precisamos tirar essa diferença e nós da Bahia podemos tirar essa diferença. Quero chamar a atenção de cada prefeito e prefeita, de cada baiano", declarou.
Wagner defendeu buscar tanto os eleitores que não compareceram às urnas quanto aqueles que votaram nos adversários de Lula. "A diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro é pequena e nós da Bahia podemos contribuir muito para a virada. Vamos chamar quem não votou, vamos chamar quem votou na oposição", escreveu.
De volta ao gabinete no Senado, em Brasília, o petista também associou uma eventual vitória de Flávio ao tratamento dispensado à Bahia durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Na avaliação do senador, o Estado voltaria a enfrentar perseguição. "A gente sabe como sofreu nos quatro anos do governo do pai do Flávio. Vai ser perseguição à Bahia. Não adianta ele dizer que não, pois o pai dele é a demonstração disso", disse, mencionando recursos para o metrô e para a estrada entre Ilhéus e Itabuna que, segundo ele, foram retirados durante a gestão de Bolsonaro. "O metrô e a estrada Ilhéus e Itabuna, eles tiraram dinheiro".
(Com Agência Estado)
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