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Política Sexta-feira, 27 de Março de 2026, 10:52 - A | A

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Sexta-feira, 27 de Março de 2026, 10h:52 - A | A

RENÚNCIA DE MAURO

Max avalia que Pivetta fortalece candidatura ao governo com "caneta na mão"

Russi pontuou que saída de Mendes era uma movimentação esperada, transcorrendo "dentro do esperado" entre as conjecturas do período pré-eleitoral

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi (Podemos), avalia que a renúncia do governador Mauro Mendes (União Brasil) para disputar o Senado favorece a candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) à majoritária pois ele terá a "caneta na mão". Max tinha convicção da saída de Mendes para pleitear as eleições. Membro fiel da base do governo e próximo a família Mendes, Max foi o único deputado a dar palpite sobre a data da renúncia, acertando o dia e horário da cerimônia de renúncia.

Mauro ficará à frente do mandato até terça-feira (31). Neste dia, às 16h, em evento no Palácio Paiguás, o governador assina a renúncia formalizando a passagem de bastão para Pivetta. Os secretários que disputarão vagas a deputado estadual e federal acompanharão Mendes, deixando os respectivos cargos.

"O Otaviano assumindo o governo, lógico que fortalece bastante. Ele vai disputar uma reeleição, digamos assim, com a caneta na mão, administrando o Estado", falou Max Russi nessa quinta-feira (26).

A gestão de Pivetta terá 10 meses, sendo seis antes da eleição. Com um tempo curto para mostrar seu estilo aos eleitores, o presidente da AL acredita que a atenção em torno de Otaviano será maior nos primeiros meses, "nas primeiras medidas deles".

Max pontuou que a saída de Mendes já era uma movimentação esperada no tabuleiro pré-eleitoral. Para ele, o anúncio só deixa "tudo transcorrer dentro do esperado".

O desafio de Otaviano Pivetta é consolidar a transferência de votos de Mauro a sua candidatura. Mendes mantém o compromisso assumindo com o vice, o apoiando às eleições. O posicionamento de Mauro rachou o União Brasil, já que o seu correligionário, o senador Jayme Campos (União Brasil), também busca viabilizar seu nome à majoritária. A definição sobre Jayme ficará para a convenção partidária.

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