O ex-governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (UB), defendeu o banimento de políticos que “vendem e compram partido” no Brasil ao criticar a destituição repentina do PRD no Estado. O 'golpe' prejudicou as articulações no grupo de Mauro, que contava com o PRD para dividir os nomes de peso na chapa à Assembleia Legislativa, maximizando as chances eleitorais de todos do grupo. O acordo veio de Brasília e tem sido atribuído ao senador Wellington Fagundes (PL) que pretende disputar o governo.
"O PRD tinha uma das grandes chapas de deputado estadual, estava já com a chapa consolidada, tinha, na sequência, grandes nomes para construir uma chapa de federal e de repente é destituído. Quem conhece um pouquinho de política sabe que isso não acontece por acaso", iniciou Mauro Mendes após renunciar ao cargo no Paiaguás, nesta quarta-feira (1º).
E eu disse, e vou repetir aqui agora, no Brasil, infelizmente, sempre existiu políticos malandros para vender partido e políticos malandros para comprar partido", completou Mendes.
Mauro classificou os políticos envolvidos na negociata como "a pior espécie de político" do país. Perante o eleitor, por outro lado, o ex-governador avalia que a "rasteira" mostra quem ainda é ligado à velha política.
"Quem vendeu e comprou é a pior espécie de político que existe no nosso país e eles têm que ser banidos da política brasileira", asseverou MM.
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