Reprodução/Instagram

O candidato ao governo e senador Wellington Fagundes (PL) e o candidato a vice-governador, Marcelo Maluf (Novo).
O candidato a vice-governador Marcelo Maluf (Novo) afirmou que afirmou que não há chances de dissolver a chapa majoritária encabeçada pelo senador Wellington Fagundes (PL). Segundo o empresário, a composição foi definitivamente consolidada durante uma reunião realizada na manhã desta quarta-feira (5), com a participação de lideranças do PL, MDB e Novo.
"É martelo batido e ponta virada", falou Maluf na convenção estadual do partido ao comentar o acerto entre as legendas.
A definição ocorreu após o Podemos sinalizar apoio à candidatura do governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Antes da decisão, Marcelo chegou a colocar a vaga de vice à disposição para facilitar uma eventual aliança com o presidente estadual do Podemos, deputado Max Russi, que poderia indicar um nome para compor a chapa de Wellington. As negociações, entretanto, não avançaram.
Maluf disse que a coligação de Wellington é a que representa a "união de partidos da direita". Além da majoritária ao Paiaguás com Wellington como cabeça de chapa, o grupo pactuou a 'dobradinha' ao Senado entre a deputada estadual Janaina Riva (MDB) e o deputado federal José Medeiros (PL).
"A expectativa é muito grande. A coligação com o PL e o MDB é uma realidade, foi bem discutida pela manhã e chegamos ao consenso de que faremos uma chapa vitoriosa", declarou.
Marcelo Maluf é um dos fundadores do Grupo São Benedito, o cuiabano tem trajetória empresarial reconhecida e estreia na política. Convidado para se filiar ao Novo e concorrer ao governo, Maluf reconhece que candidatura própria não prosperou pelo partido não ter a mesma musculatura política que as siglas aliadas.
"O Novo é um partido em construção que não tem a musculatura do PL e do MDB. Por isso, resolvemos reunir forças para caminharmos juntos", concluiu.
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