O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) afirmou nesta quinta-feira (24), durante agenda de campanha em Cuiabá, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teme enfrentá-lo em um eventual segundo turno das eleições. Segundo Cury, o petista teria preferência por disputar a segunda etapa contra Flávio Bolsonaro (PL) para poder “destruir” o oponente.
“O Lula tem medo que eu vá para o segundo turno, e vários analistas já abordaram sobre isso. Eu quero chegar diante de Lula e perguntar, por que você se denomina pai da pobreza e 82% das famílias estão endividadas?”, declarou.
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Cury ampliou as críticas e questionou o uso da expressão “pai dos pobres”, tradicionalmente associada a Lula por seus apoiadores, citando dados sobre a dívida pública e feminicídio para sustentar sua avaliação sobre o petista.
“Na verdade, ele não é pai dos pobres, é pai da pobreza, porque perpetua os pobres na pobreza. Número dois: por que a cada 5 ou 6 horas ocorre um feminicídio? Número três: por que nós temos um déficit de, só para rolar a dívida federal, R$ 1 trilhão e R$ 140 bilhões? É o caos”, afirmou.
CRÍTICAS A FLÁVIO
Durante a agenda em Cuiabá, Augusto Cury também não poupou críticas ao adversário no outro extremo do espectro político, Flávio Bolsonaro. Cury afirmou que o eleitor de Mato Grosso deve “deixar” de apoiar Flávio já que o candidato do PL vive do funcionalismo público desde os 22 anos e não conhece a realidade do trabalho.
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“O eleitor de Mato Grosso deve deixar Flávio Bolsonaro porque Flávio nunca plantou uma horta, não entende de agricultura. Flávio nunca montou uma empresa digna, substancial, e não entende do comércio. O Flávio Bolsonaro nunca precisou enfrentar uma fila do SUS, porque não tem experiência nem como médico e não tem experiência porque desde os 22 anos de idade ele recebe dinheiro do serviço público”, disse em coletiva de imprensa.
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