O governador de Mato Grosso Mauro Mendes (UB) negou, nesta quinta-feira (6), durante agenda no Estádio Aecim Tocantins, em Cuiabá, a possibilidade de aumentar a Revisão Geral Anual (RGA) dos salários de servidores estaduais acima dos 5,85% propostos no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) encaminhado à Assembleia Legislativa (ALMT).
“É momento de responsabilidade. Nós temos uma reforma tributária que coloca o estado de Mato Grosso como maior perdedor. Apenas três estados deram recomposição inflacionária. Então, nós deveríamos estar comemorando e não achando que poderia dar mais”, apontou Mauro Mendes.
Um dos setores que ingressou com ação coletiva requerendo 1,06% a mais sobre os 5,85% autorizados pelo líder do Paiaguás é a Associação dos Oficiais da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso (Assof-MT). O grupo de classe sustenta que a decisão do governador é inconstitucional e confronta o artigo 147 da Constituição Estadual e artigo 37 da Constituição Federal. De acordo com a entidade, o governo está em dívida com os militares cujos salários devem estar igualados aos dos demais servidores.
“Vai ser dada a inflação de 2023. Esse tema já é um tema vencido”, respondeu o governador.
AL PODE DISCUTIR
Nesta segunda-feira (5), o presidente licenciado da Casa, deputado estadual Eduardo Botelho (UB), havia sinalizado que o Executivo poderia aumentar o RGA além do previsto na PLDO. “O reajuste foi bom, mas pode ser até maior”, comentou o parlamentar em visita ao Abrigo Bom Jesus, na capital. A fala de Botelho pode sinalizar uma discussão futura na AL em torno da problemática do reajuste dos vencimentos.
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Mauro 06/06/2023
A eleição para prefeito está aí é só não votar no candidato do governador.
1 comentários