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Política Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2022, 14:22 - A | A

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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2022, 14h:22 - A | A

"DENTRO DAS 4 LINHAS"

Empresário investigado pela PF nega ligação com manifestações antidemocráticas

Rafael Yonekubo, que é líder do grupo "Direita Mato Grosso", foi um dos 20 alvos dos mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, STF, Alexandre de Moraes

RAYNNA NICOLAS
Da Redação

Investigado pela Polícia Federal, o empresário e ativista Rafael Yonekubo negou que levante bandeiras antidemocráticas. À imprensa, o bolsonarista alegou que nunca financiou atos como os bloqueios de estradas, que se manifesta pela divulgação do código fonte das urnas eletrônicas e que, apesar de não concordar, não pode restringir o direito de outras pessoas de defenderem pautas inconstitucionais. 

"A minha pauta, que eu falei pro delegado, a gente quer o código fonte. A gente tem um pouco de receio quanto ao resultado das eleições. Essa é a minha pauta. Eu só peço o código fonte, mais nada", garantiu, na sede da Polícia Federal, nesta quinta-feira (15).

Rafael Yonekubo, que é líder do grupo 'Direita Mato Grosso', foi um dos 20 alvos dos mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Na casa do ativista, os policiais apreenderam aparelhos eletrônicos. 

LEIA MAIS: Empresário e liderança do "Direita Mato Grosso" é investigado em operação contra atos antidemocráticos

Rafael Yonekubo foi candidato a deputado estadual pelo PSL em 2018, conquistando 2.365 votos. Em 2020, ele também foi candidato a vereador pelo Patriotas em Cuiabá e, no pleito deste ano, a deputado estadual pelo PTB.

Nesta quinta-feira, Rafael argumentou que não concorda, nem patrocionou ou incentivou atos como incêndios criminosos, bloqueio de estradas e outros radicalismos ligados às bandeiras bolsonaristas. 

"Eu sou ativista político desde 2015, mas eu nunca fui radical, eu sempre fui centrado nas coisas que defendo. Nunca pedimos o fechamento [do Supremo], nem nada", reforçou.

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