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Política Terça-feira, 14 de Novembro de 2023, 11:07 - A | A

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Terça-feira, 14 de Novembro de 2023, 11h:07 - A | A

COM EMPRESAS DE ÔNIBUS

Emanuel explica que dívida de R$ 200 milhões do passe-livre está judicializada

Prefeito justificou que valores são de gestões anteriores e que segura aumento da tarifa desde que assumiu

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), admitiu a existência de uma dívida milionária com empresas de ônibus. O valor gira em torno de R$ 180 mi a 200 milhões e é referente ao benefício do passe-livre. A pendência, segundo o prefeito, é uma herança de gestões anteriores. A Procuradoria Geral do Município recorre judicialmente para repassar a cobrança aos precatórios. 

"É uma dívida de passe-livre hoje, mais ou menos, em torno de R$ 180 a R$ 200 milhões, mas é de gestões anteriores à minha. Isso já está na Justiça, em fase final de tramitação até a decisão definitiva. É uma dívida muito alta, mas de gestões anteriores a nossa e vamos esperar a decisão para termos o valor final e saber como faremos. A procuradoria está recorrendo e deve entrar na lista de precatórios", afirmou Emanuel Pinheiro ao portal 'Veja Bem MT'.

Ao entrar para os precatórios, as empresas receberão conforme a disposição orçamentária do município. Algumas cobranças demoram anos para ser quitadas. Conforme o prefeito, sua gestão levou a negociação à Justiça para segurar aumentos no preço da passagem de ônibus.

Emanuel explicou que a tarifa técnica atual é de R$ 8,50 e o Executivo custeia uma parte para chegar aos R$ 4,95, pagos pelos usuários dos coletivos. Além do subsídio intermediário, há também o subsídio integral referente ao passe-livre.

"O déficit que existe é uma gratuitidade. As gratuidades que a prefeitura que tem que pagar, o custo social da prefeitura. Se fosse para cobrar a tarifa, que é chamada de tarifa técnica, pela realidade do sistema, a tarifa é R$ 8,50. Impossível, eu não vou dar essa tarifa. Não vou penalizar a população cuiabana, os trabalhadores, os comerciantes e os empregadores", disse o prefeito. 

"Mas a realidade é essa, a tarifa técnica é R$ 8,50 e a pública é R$ 4,95 e essa diferença é a que tem que ser subsidiada", completou Pinheiro. 

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