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Política Sexta-feira, 14 de Junho de 2024, 15:18 - A | A

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Sexta-feira, 14 de Junho de 2024, 15h:18 - A | A

CITAÇÃO EM RELATÓRIO

CV pediu que ex-assessor fosse realocado no gabinete do "PH", diz Marcus Brito

Vereador afirmou que as orientações da facção a Jardel Pires, que lhe prestou serviço externo em 2021, constam no inquérito da 'Operação Ragnatela'

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O vereador por Cuiabá, Marcus Brito (PV), disse que seu ex-assessor Jardel Pires, alvo da "Operação Ragnatela", foi orientado pelo Comando Vermelho a pedir a exoneração para que fosse realocado no gabinete de Paulo Henrique (MDB), o "PH". Brito frisou que é mencionado nas investigações, porém, negou ter qualquer envolvimento com a facção criminosa. Conforme o vereador, a movimentação na Câmara a mando facção criminosa consta no inquérito de mais de 3 mil. 

"Tem um trecho nítido que ele fala: 'eu saí do gabinete do Marcus Brito, a pedido da facção criminosa e fui para outro gabinete'", afirmou Marcus Brito à imprensa, nesta quinta-feira (13).

O "outro" gabinete é de PH. A nomeação no gabinete de Paulo Henrique foi quase que simultânea. O ex-assessor só foi exonerado quando a Ragnatela foi deflagrada. Além da demissão, a investigação também implicou no afastamento do vereador e da abertura de procedimento disciplinar na Comissão de Ética para process de cassação. 

LEIA MAIS: Sete vereadores pedem abertura de processo de cassação de parlamentar investigado na Ragnatela

Jardel era assessor externo de Marcus Brito, sendo responsável pela organização dos eventos promovidos pelo vereador, entre eles, a Copa Bengalão de futebol amador. Os policiais apontam que Brito fez diversas transferências a Jardel, que somam R$ 17 mil. O vereador tentou amenizar o peso da sua citação no inquérito e explicou que o dinheiro foi utilizado na produção dos eventos. 

"Ele era assessor externo, responsável pelas tendas, banheiro químico, som, palco, se fosse café, comprar material. Está escrito na cabeça de alguém que alguém é faccionado? Não! Não consigo distinguir na pessoa e não tenho nada a ver na vida privada de cada um. Tenho que responder ao meu trabalho", argumentou. 

Em uma nova tentativa de endossar a inocência, Marcus frisou que Jardel ficou 1 ano e 5 meses em seu gabinete, mas não faz mais parte da equipe há cerca de dois anos. 

"Em janeiro de 2021, eu tive um assessor (Jardel Pires) que não me envergonho de ter nomeado ele em meu gabinete. Ele foi de janeiro de 2021 a junho de 2022. Se você parar pra pensar, há quase dois anos ele não faz parte do meu gabinete", disse. 

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