Os deputados estaduais reagiram, nesta quarta-feira (2), ao decreto do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que dispõe sobre limitação de 30% da capacidade do público em eventos religiosos, esportivos ou shows em Cuiabá. Enquanto o presidente do Parlamento, Max Russi (PSB), não vê a medida como afronta ao Estado, o deputado estadual Eduardo Botelho (DEM) pondera que acha um exagero reduzir tanto assim.
Acontece que, em outubro, a ALMT aprovou lei que permite 100% do público nos estádios de futebol em Mato Grosso.
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“As prefeitura têm essas autonomias, o Supremo Tribunal Federal (STF) já definiu isso. Todavia, eu acho um exagero baixar para 30%, eu não vejo como necessário isso nesse momento. Precisamos ver o que o prefeito tem em mãos, o que ele analisou, para tomar essa decisão", pontuou Botelho, destacando que o número de mortes por covid-19 apresenta queda.
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“Eu acredito que até lá por márcio/abril, essa pandemia já vai estar superada. Acho que se a gente limitasse um número maior nos estádios, talvez 50%, 70%, acho que seria bem viável”, finaliza Botelho.
O presidente da Assembleia, Max Russi (PSB), disse acreditar que o prefeito tenha se fundamentado em números e dados repassados por equipe técnica para tomar a decisão e que o decreto seria respeitado.
“O prefeito tem conhecimento e tem trabalhado com seus secretários de Saúde a problemática da questão da covid. Naquele momento que foi aprovado, a Assembleia etendia que a liberação era importante, eu particularmente acredito que gente se caminha para não ter mais restrições. O mundo tem encaminhado para esta direção, quem está se vacinando está tendo covid, mas com sintomas leves. O que a Assembleia tem feito é apoiar a vacinação e incentivar a imunização”, colocou.
No entanto, o social brasileiro é contra novas medidas de restrição no âmbito do Estado, mesmo diante do aumento de casos de covid. Defendeu a ampliação do número de leitos. “Acho que as medidas são a ampliação de leitos, o investimento na saúde. Acho que nós não podemos mais trabalhar nesse momento para restrições, para fechamento. Eu não vejo esse caminho como o caminho mais correto. O Estado tem que oferecer os leitos, tem que oferecer o atendimento. Nó temos condições, tanto estado quanto municípios de fazer ações concretas, para ajudar a minimizar”, finalizou Max.
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