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Polícia Sexta-feira, 17 de Maio de 2024, 19:08 - A | A

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Sexta-feira, 17 de Maio de 2024, 19h:08 - A | A

CASO VICENTE

Proprietárias da creche onde bebê morreu são indiciadas por homicídio culposo

Como HNT já havia antecipado intenção da DHPP, criança morreu em função de traumatismo craniano causado dentro da creche e uma das proprietárias admitiu à polícia que foi a causadora da lesão, mas sem intenção

DA REDAÇÃO

Duas proprietárias da creche 'Espaço Criança Feliz', em Várzea Grande, foram indiciadas por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, no caso da morte do bebê de cinco meses, Vicente Camargo, ocorrida no dia 17 de abril, dentro da unidade. O HNT já havia antecipado que o inquérito culminaria em homicídio culposo. A criança sofreu um traumatismo cranino e, conforme o delegado Marlon Luz, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), uma das proprietárias admitiu que era a responsável pela lesão causada na cabeça da criança.

LEIA MAIS: Polícia avalia indiciar donas de creche e funcionária por homicídio culposo no caso Vicente

A informação foi prestada em entrevista gravada pela autoridade policial e veiculada pelo site Repórter MT. O delegado explicou que o que levou à elucidação do caso foram as especificações do laudo e a confissão de uma das proprietárias. 

"A gente conseguiu constatar a materialidade por meio do laudo. O laudo trouxe onde foi a lesão praticada no Vicente, a gravidade da lesão, o local do corpo da lesão. A gente precisava trazer para o inquérito como aquela lesão foi provocada e quem provocou. Durante as investigações, uma das proprietárias acabou confessando realmente que foi ela que praticou aquela lesão no Vicente, mesmo sem ter tido a intenção de provocar. Portanto, o inquérito se conclui por homicídio culposo, atribuindo essa responsabilização a duas proprietárias da creche, sendo elas as responsáveis pela morte do Vicente, na condição do homicídio culposo", disse o delegado responsável pelo inquérito em gravação.

Anteriormente, a polícia já havia chegado à conclusão de que a criança havia sofrido a lesão que levou à sua morte no berçário sem intenção, mas a funcionária e as proprietárias da unidade tentaram camuflar o ferimento, apesar de terem prestado socorro imediato ao bebê. 

Inicialmente, elas contaram a versão de que o bebê teria se engasgado após ser amamentado e que foi encontrado sem respirar. Na verdade, segundo o delegado Marlon Luz, Vicente bateu a cabeça de maneira não intencional e começou a passar mal. A equipe da creche socorreu o menino, mas ele não sobreviveu ao traumatismo craniano. 

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