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Polícia Sexta-feira, 06 de Março de 2026, 09:53 - A | A

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Sexta-feira, 06 de Março de 2026, 09h:53 - A | A

MD, BALA E PÓ

Polícia mira DJ e grupo que traficava drogas e armas em festas eletrônicas

Segundo a polícia, os investigados adotavam métodos sofisticados para dificultar o rastreamento financeiro das operações

DA REDAÇÃO

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (6), a Operação Last Loop para cumprimento de ordens judiciais contra um grupo criminoso especializado no tráfico de drogas sintéticas e que utilizava eventos de música eletrônica como fachada para distribuição de entorpecentes e comércio de armas de fogo.

Foram cumpridas na operação 12 ordens judiciais, sendo seis mandados de prisão preventiva e seis de busca e apreensão domiciliar expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.

Um dos alvos é um DJ que atuava como organizador de eventos de música eletrônica, criando um ambiente propício para a comercialização de drogas sintéticas como MDMA (ecstasy), LSD e derivados de cannabis, além de cocaína.

Dois dos seis investigados já se encontravam presos e tiveram novos mandados de prisão preventiva decretados pela Justiça. A operação foi executada de forma simultânea em Cuiabá, Várzea Grande e Alta Floresta, resultando na prisão de pessoas em flagrante, além da apreensão de drogas e armas de fogo.

INVESTIGAÇÕES

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), revelaram que o grupo escolhia deliberadamente o ambiente das festas eletrônicas para operar. Os elementos coletados durante as investigações, demonstraram que o grupo criminoso possuía uma estrutura organizada e a regularidade das transações.

Os investigados adotavam métodos sofisticados para dificultar o rastreamento financeiro das operações. Os pagamentos eram realizados via Pix em contas de empresas e de terceiros (laranjas), tornando mais complexa a identificação da origem dos recursos pelos órgãos de controle.

“A estratégia evidencia o nível de organização da quadrilha, que agia de forma estruturada e contínua”, explica o delegado responsável pelas investigações, Eduardo Ribeiro.

Além do tráfico de entorpecentes, as investigações revelaram que os investigados também estavam envolvidos em negociações de material bélico. O comércio ilegal de armas somava-se ao portfólio criminoso do grupo, ampliando a gravidade das infrações investigadas.

NOME DA OPERAÇÃO

Last Loop faz alusão direta a esse modus operandi, sendo um termo usado por DJs para indicar a última repetição de uma faixa musical antes do encerramento.

A operação integra os trabalhos de planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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