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Polícia Terça-feira, 27 de Outubro de 2026, 17:46 - A | A

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Terça-feira, 27 de Outubro de 2026, 17h:46 - A | A

ASSASSINOS CONFESSARAM

Marceneiro é morto em emboscada e tem corpo enterrado na divisa de MT com Rondônia

Carlos Alexandre Lopes de Oliveira Almeida, de 24 anos, estava desaparecido desde domingo (25); dois suspeitos confessaram o crime à Polícia Civil

CAMILA RIBEIRO
DA REDAÇÃO

Reprodução/Arquivo pessoal

Carlos Marceneiro

Foi confirmada a morte do marceneiro Carlos Alexandre Lopes de Oliveira Almeida, de 24 anos, em uma emboscada. O corpo do jovem foi enterrado em uma região próxima à divisa de Mato Grosso com Rondônia. Os dois suspeitos envolvidos no crime confessarem o homicídio à Polícia Civil durante oitiva na nesta quinta-feira (27). O jovem morava em Juína (745 km de Cuiabá) e estava desaparecido desde domingo (25).

Conforme apurado pelo HNT, os suspeitos eram próximos da vítima e a convidaram para uma festa. No entanto, o encontro teria sido planejado para atrair Carlos a uma emboscada. Após os demais convidados deixarem o local, o jovem ficou com a dupla, que o rendeu e o matou.

LEIA MAIS: Família procura marceneiro de 24 anos desaparecido há dois dias em MT

Após o crime, os suspeitos levaram o corpo para uma região a cerca de 240 quilômetros de Juína, nas proximidades de Vilhena, em Rondônia, onde ele teria sido enterrado.

Equipes da Polícia Civil estavam a caminho do local para realizar a localização e a retirada do corpo, além dos procedimentos necessários para o traslado a Colniza, município onde os familiares de Carlos residem e farão o sepultamento do marceneiro. 

DESAPARECIMENTO

Carlos havia sido visto pela última vez no domingo, por volta das 14h, quando fez o último contato com a família. Natural de Colniza, ele morava em Juína havia aproximadamente um mês e se mudou para ficar mais perto das duas filhas, que vivem na cidade com a mãe.

A Polícia Civil foi acionada na noite de segunda-feira (26), após o desaparecimento completar 24 horas. Na ocasião, familiares relataram preocupação com o sumiço e disseram que não havia sinais de invasão na casa onde o jovem morava.

Um colega de trabalho chegou a verificar o imóvel e não encontrou indícios de que alguém tivesse entrado à força. A família também buscava informações que pudessem ajudar a localizar o marceneiro.

Os dois suspeitos prestaram depoimento à Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (27) e confessaram participação no homicídio.

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