Amanda Kess Aguilhera Pereira, alvo da Operação Coroa Quebrada deflagrada pela Polícia Civil, nesta terça-feira (7), era responsável por determinar 'salves' enquanto estava presa. De acordo com o inquérito, ela foi detida anteriormente por homicídio qualificado. A suspeita gerenciava o tráfico de drogas na região e matinha contato frequente com lideranças de maior nível hierárquico de uma facção criminosa.
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O grupo tinha funções delimitadas. A quadrilha é distribuída de modo que parte atuava na logística dos entorpecentes, outros na venda, arrecadação de 'camisas' - mensalidades dos demais faccionados -, roubos e os 'disciplinas' que aplicavam as punições em faccionados que desobedeciam ao estatuto do Comando Vermelho ou membros de faccções rivais.
No total, são cumpridas 21 ordens judiciais da operação são cumpridas nas cidades de Cáceres, Cuiabá, Rondonópolis e Nova Mutum, sendo quatro mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão.
A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cáceres, com apoio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) de Cuiabá, identificou que o grupo criminoso possui estrutura hierarquizada, divisão clara de tarefas e envolvimento de, pelo menos, 28 pessoas.
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