A delegada Juliana Chiquito, da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), relatou que a empresária Laura Lima, presa nesta sexta-feira (13), durante os cumprimentos de mandados da 'Operação Impetus Tijucal II', utilizava sua clínica de estética, a Spa Diamond La Evidenc, para armazenar drogas e lavar dinheiro de facção criminosa. A declaração foi dada em entrevista à TV Centro América.
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“Os indicativos são esses, da utilização da clínica tanto para armazenamento, como para lavagem de dinheiro oriundo dessa facção criminosa local e do tráfico de drogas”, confirmou.
A delegada ainda disse que Laura também tem envolvimento anterior com outros crimes, além de abrigar o entorpecente e usar a empresa de fachada.
“Ela possui antecedentes registrados no sistema da polícia, mas ainda não aprofundamos sobre como esses fatos se deram. Mas são coisas que foram trazidas pelo inquérito policial e também serão levadas em consideração pelo Ministério Público e Poder Judiciário”, explicou.
Ao todo, a Polícia Civil cumpriu 54 mandados judiciais, sendo 18 de prisão preventiva e 36 de busca e apreensão, com alvo no combate ao tráfico de drogas na região do bairro Tijucal.
Outro empresário, o dono de uma barbearia no bairro, também foi alvo da ação. Marcus Vinicius Rohlin é considerado a principal liderança da organização criminosa que comanda o tráfico na região.
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