Nó De Cachorro Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011, 19:25 - A | A

Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011, 19h:25 - A | A

Vítima ao quadrado

A procuradora de Estado Glaucia Amaral ligou para o número 190 no domingo (18) à noite para reclamar de uma algazarra nas proximidades de sua residência, no bairro Bosque da Saúde, provocada por um grupo de homens e mulheres consumindo álcool e fazendo barulho. Ela desejava fazer uma queixa com base na lei do Disk Silêncio. A PM não quis fazer o Boletim de Ocorrência. Em seguida, ela recebe telefonemas do número 3613-6931, fazendo-lhe perguntas classificadas como estranhas. De vítima do barulho e da algazarra, a denunciante estava virando também vítima de uma eventual perseguição. O caso se acalmou quando a Procuradora, recorrendo a um familiar que também é policial, recebeu um telefonema de uma Capitã da PM pedindo-lhe desculpas e explicando que tudo não passava de uma infeliz confusão. O caso foi relatado no seu perfil pessoal no Facebook nesta segunda. A coluna indaga: E se Glaucia não fosse Procuradora de Estado e não tivesse um familiar na PM, o que teria acontecido com ela?

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Mario Almeida 20/12/2011

Já se tornou rotina na Avenida do CPA algazarra, som em último volume, e até cenas pra la de avançadas entre casais dentro e fora de carros. E já vi diversas vezes a PM passar e nem parar para chamar atenção. Só em Cuiabá q isso acontece...

Glaucia Amaral 19/12/2011

Bem, realmente não sei. Mas prefiro acreditar que foi um infeliz erro do sistema, como me foi explicado. Meu familiar não chegou a entrar em contato com ninguém da PM, só me acalmou dizendo que acontece, realmente. Pois eu estava achando estranho. Mas, de fato, aconteceu como explicado na nota.

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